
Hoje eu sinto o quanto é bom andar com meus próprios pés. Sem ter ninguém por perto para me dizer o que eu tenho que fazer ou que caminho devo seguir. Se for o certo ou o errado, cabe a mim escolher e arcar com as consequências. Faço o que eu achar melhor para mim e de acordo com isso vou me sentindo cada dia mais realizado e independente. Nada melhor como acordar e saber que você não deve satisfações a ninguém. E por mais que a sociedade me julgue por alguns atos, nada me abala, nada de deprime. Sou dono de mim, em primeiro lugar e opiniões, críticas, preconceitos alheios, não mudam absolutamente nada no meu ser. A vida é minha portanto eu faço dela o que eu bem quiser. Ninguém tem que se intrometer na minha vida, na minha forma de se vestir ou até mesmo no meu jeito. No entanto que as minhas atitudes não prejudiquem terceiros ninguém tem o direito de criticar. Basicamente, estou cansado dessa sociedade hipócrita. Se todos soubessem que embaixo dessas roupas largas e longe dos fones de ouvido, existe uma pessoa que sente medo de muitas coisas mas tenta não mostrar isso por conta de inúmeras outras coisas. Impressionante mesmo é como as musicas se encaixam e retratam alguns momentos da minha vida. Diversas vezes mergulho nesse universo e me perco em meio à pensamentos que na maioria das vezes me fazem mal. Por serem compostos de decepções, sofrimentos, angústias ou até mesmo perdas. Perdas que eu ainda não pude superar, que só o tempo poderá curá-las, ou não. Tem marcas que são difíceis de apagar por mais que minha vontade seja esquecer e seguir em frente. Ao ouvi-las, depois me pego chorando ou sorrindo feito um bobo. Pois apesar de todas as angustias, eu também ja fui e sou muito feliz. Portanto, sinceramente não sei o que seria de mim sem as musicas. Elas me movem. Elas me contagiam. E é nelas que na maioria das vezes eu encontro o meu refúgio pelo fato de não acreditar mais nas pessoas. Por fim, falta cumplicidade e amizade entre todos que habitam cada região do país. Estou casado de sair na rua e não saber se vou voltar. A sociedade se transformou em um poço de falsidade, pelo qual, eu não faço parte. (pulse-d)